domingo, 27 de junho de 2021

eu confundi um vaga-lume com um acidente de avião




Vamos, não chores. A pré-venda acabou mas o avião continua. E o humor? Vim agradecer a galera que comprou a ideia, fez o livro alçar voo e agora tem total responsabilidade nesse fato consumado. É um trabalho de três anos de pesquisa (em parte pela poesia, em parte pelo teatro) para chegar numa síntese: o lugar comum de um é a invenção da roda do outro. Na minha opinião, a roda da poesia é quebrar essa quarta parede, endereçar uma frase, ver no leitor a conversa e uma ação de convite. Primeiro, o poeta tem que sair do quarto, se sujar de mundo. Por sua vez, a roda do teatro é voltar a fingir, tão completamente, fazer do outro um ofício da língua. Bobagens à parte, esse é um livro que vê no leitor o mercado. Compre, divulgue, compartilhe. Indique a tragédia para um ente querido. E não, jamais confunda um vaga-lume com um acidente de avião. 

O livro está disponível no site da @macondo_edições.

Link aqui.


sábado, 29 de maio de 2021

eu confundi um vaga-lume com um acidente de avião



Conforme divulgado pela @macondoedicoes, meu livro está em pré-venda no site da editora, com 25% de desconto.

No mais, como escreveu Leminski: "Espero que todos se divirtam. Não há muito mais a fazer neste mundo".


Sobre o livro:

Há livros que nos pedem algum tipo de movimento, e outros que são não somente o próprio movimento em si, mas performam, em suas páginas, aquilo para que nos convida. Eu confundi um vaga-lume com um acidente de avião, livro de estreia do poeta Vinícius Mahier, consegue unir essas duas dimensões ao se apresentar como uma viagem (no amplo sentido do termo) e também como uma catástrofe. O que vemos nesse livro é um elogio à fratura, àquela violenta operada na linguagem, e também à dos próprios gêneros literários, que se apresentam aos leitores ora como uma peça lírica e poética, ora como uma narrativa complexa e intrincada, mas, na maioria das vezes, como uma dramaturgia em várias camadas.

Tateando por referências diversas do meio literário, musical e também da nossa mídia pop televisiva, o que temos nesse volume é uma canção desesperada, e uma carta de navegação dividida em três partes: “Penúltimo ato / I stop”, que mapeia as instabilidades da queda; “Penúltimo ato / somewhere”, em que o baque se anuncia nos poemas despedaçados; e “Penúltimo ato / waiting for you”, que acena à alegria e aos seus desencontros. Confusão, catástrofe, tragédia, desastre: não há palavra que disfarce um livro de amor.

Senhoras e senhores passageiros, eu confundi um vaga-lume com um acidente de avião. Tenham todos um bom final." 


Link da pré-venda